sexta-feira, 8 de junho de 2018

VISITA DA IMAGEM DIOCESANA DA SAGRADA FAMÍLIA NA CASA DO CASAL FÁBIO E KÁTIA

Estivemos presentes no dia 05 de junho de 2018 levando a presença da Imagem Diocesana da Sagrada Família na casa da Família do Fábio e Kátia, que estão passando por um momento difícil em seu Matrimônio. Levamos também o Terço das Famílias, logo após foi proclamada a Palavra de Deus, que nos trouxe um direcionamento sobre o amor. Pois sem o amor, nada somos. Tivemos um momento de partilha e reflexão que nos leva a pensar sobre a realidade em que as Famílias enfrentam hoje em dia, sendo bombardeada e atacada de todos os lados. Um momento rico de partilha e convivência. Agradecemos muito a Deus por essa oportunidade de estarmos juntos e de levar a Benção e a Intercesssão da Sagrada Família em favor desse lar!

Sagrada Família de Nazareth, a nossa Família vossa é !!!!!


segunda-feira, 4 de junho de 2018

COMO CONVIVER COM OS DEFEITOS DO OUTRO NO CASAMENTO?

FORMAÇÃO

SENTIDO DO MATRIMÔNIO

O casamento é uma missão que exige maturidade, amor e dedicação sem fim

Para responder essa pergunta, é necessário entender bem o sentido profundo do casamento. A união do homem com a mulher, no matrimônio, tem dupla finalidade: o bem do casal e a geração e educação dos filhos. Deus mandou ao casal: “crescei e multiplicai” (Gen 1,26).
Essa dupla atividade exige muito esforço, luta e graça de Deus. A beleza do matrimônio está justamente em “fazer o outro crescer”, gerar e educar os filhos de Deus, os quais, um dia, vão habitar o céu. No céu, não haverá mais casamento nem nascerão mais crianças. Essa bela missão Deus confiou aos homens e mulheres nesta vida. Portanto, a grandeza sublime dessa dupla missão é que deve levar o casal a compreender sua imensa responsabilidade, tanto um em relação ao outro quanto em relação aos filhos. É isso que deve estar subjacente a todo sacrifício que a vida conjugal exige. É uma missão que exige disposição, maturidade, amor e dedicação sem fim.
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Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

Missão do casamento

O casamento não é uma curtição a dois, é uma missão. Não é uma vida só de prazeres e alegrias, mas também de luta, abnegação, renúncias e sacrifícios.
A base do matrimônio é o amor, o dar a vida pelos outros, o esquecer-se de si mesmo para fazer o cônjuge e os filhos crescerem em tudo que é bom. São Paulo compara o amor do casal ao amor de Cristo pela Igreja, que por amor se imolou por ela.
“Maridos, amai as vossas esposas como Cristo amou a Igreja, e se entregou por ela” (Ef 5,25).
O que o apóstolo diz para os maridos vale também para as esposas. O amor de um pelo outro deve ser o mesmo amor de Cristo, que o levou a dar a vida até o fim pela Igreja. São João diz: “Tendo amado os seus, amou-os até o fim” (João 13,1).
Jesus disse que ninguém tem amor maior do que aquele que dá a vida pelo outro. Dar a vida significa gastar-se pelo bem do outro, aceitar-se consumir como um vela que queima para iluminar e aquecer.

Compreendendo um ao outro

Todos os maridos e esposas têm seus defeitos e pecados; por isso, todos têm a necessidade e o direito de serem amados e perdoados. Antes de tudo, para conviver com os defeitos do cônjuge, é necessário aceitá-lo na sua realidade. Nós não fabricamos uma pessoa, nós nos casamos com ela como ela é, com suas qualidades e defeitos, virtudes e pecados.
A primeira grande missão do casal é um fazer o outro crescer com a sua dedicação. São Paulo ensina o verdadeiro amor: “O amor é paciente, o amor é bondoso, não tem inveja nem é orgulhoso. Não é arrogante nem escandaloso. Não busca seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acabará” (1 Cor 13,4-8).
Para suportar os defeitos do outro, acima de tudo, é preciso a paciência que tudo vence. Isso não quer dizer que se aceite ser maltratado nem tolerar agressões físicas ou permitir que nos tratem como objetos, mas saber aceitar o outro também quando age de um modo diferente de mim. Não podemos nos colocar no centro nem querer que se faça somente a nossa vontade. É isso que faz as pessoas impacientes, a reagirem com agressividade, reclamação, lamúrias etc.

A sabedoria no relacionamento

Santo Agostinho ensinava que, para alcançarmos Deus, temos de suportar aquele com quem vivemos. Ele dizia que “não há lugar para a sabedoria onde não há paciência”.
Papa Francisco disse que “amar é ser amável. O amor não age rudemente, não atua de forma inconveniente, não se mostra duro no trato. Seus modos, suas palavras e seus gestos são agradáveis; não são ásperos nem rígidos. Detesta fazer sofrer os outros”.
Os terapeutas conjugais recomendam nunca gritar um com o outro; não jogar no rosto do outro os erros do passado; nunca dormir brigados; não ser displicente, sem atenção com o outro; trocar as discussões por bons diálogos e, quando tiver de chamar a atenção do outro, fazer com amor, na hora certa, na privacidade, sempre lembrar de elogiá-lo.
Temos de ter compreensão com os defeitos do outro, porque nós também temos os nossos; e quem quer ser compreendido deve também saber compreender e tolerar os erros dele. Jesus manda que tiremos, antes, o cisco do nosso próprio olho, antes de tirar do olho do outro. Se tivermos de lutar contra o erro do outro, então, é preciso fazer com sabedoria e amor, sem violência. São Francisco de Sales, doutor da Igreja, dizia que “o que não puder ser mudado por amor não deve ser tentado de outro jeito, porque não vai dar certo”.

Aprenda a perdoar

Lembre-se de que se perde a caridade quando se perde a paciência. Deus disse a Santa Catarina de Sena: “A virtude da paciência é o sinal externo de que Eu estou numa alma e ela em Mim”.
Para conviver com os defeitos do outro, é preciso também não deixar que o ressentimento se aninhe no coração, mas saber perdoar com uma atitude positiva, buscando compreender a fraqueza alheia.
Não há dúvida de que a boa convivência só pode ser conservada e aperfeiçoada com grande espírito de sacrifício. Isso exige de cada um generosa disponibilidade à compreensão, à tolerância, ao perdão e reconciliação. É claro que, para podermos agir assim, precisamos da graça de Deus. Jesus disse “Sem Mim nada podeis fazer!” (João 15,5). É preciso lembrar sempre disso, e sempre buscar o auxílio da graça de Deus na oração, na meditação da Palavra de Deus, na Eucaristia etc.
São Paulo disse que o “amor tudo desculpa”. Isso exige não fazer um juízo apressado sobre o outro e conter a tendência de condenar de maneira dura e implacável: “Não condeneis e não sereis condenados” (Lc 6,37).
São Paulo também diz que “o amor tudo suporta”. Isso significa uma resistência dinâmica e constante, capaz de superar qualquer desafio. Evidentemente, para isso é preciso o dom precioso da fortaleza, dada pelo Espírito Santo. Muitas vezes, um cônjuge, para salvar outro, precisa dessa força sobrenatural; para muitos, é uma cruz que se carrega pela salvação do outro. E a graça do sacramento do matrimônio supre essa necessidade.

A arte do silêncio

Muitas vezes, é o silêncio de um que acalma o coração do outro. Outras vezes, será por um abraço carinhoso ou por uma palavra amiga.
Todos nós temos a necessidade de um “bode expiatório” quando algo adverso nos ocorre. Quase, inconscientemente, queremos “pegar alguém para Cristo”, a fim de desabafar nossas mágoas e tensões. Isso é um mecanismo de compensação psicológica que age em todos nós nas horas amargas, mas é um grande perigo na vida conjugal. Quantas e quantas vezes acabam “pagando o pato” as pessoas que nada têm a ver com o problema que nos afetou! Algumas vezes, são os filhos que apanham do pai, que chega em casa nervoso e cansado; outras vezes, é a esposa ou o marido que recebe do outro uma enxurrada de lamentações, reclamações e ofensas, sem quase nada ter a ver com o problema em si.
Temos de nos vigiar e policiar nessas horas, para não permitirmos que o sangue quente nas veias gere uma série de injustiças com os outros. Temos de tomar redobrada atenção com o cônjuge, para que ele não sofra as consequências de nossos desatinos.
No serviço e fora de casa, respeitamos as pessoas, o chefe, a secretária etc., mas, em casa, onde somos “familiares”, o desrespeito acaba acontecendo. Exatamente onde estão os nossos entes mais queridos, no lar, é ali que, injustamente, descarregamos as paixões e o nervosismo. É preciso toda a atenção e vigilância para que isso não aconteça.

Felipe Aquino

Professor Felipe Aquino é viuvo, pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova. Página do professor: www.cleofas.com.br Twitter: @pfelipeaquino

OS CASAIS PRECISAM CULTIVAR O DIÁLOGO

FORMAÇÃO

CONFLITO

Casais em crise


“Acabou!” Com essa breve observação, muitas pessoas descrevem o fim de seu casamento. Por trás desse verbo há crises, sofrimentos, desabafos e, não poucas vezes, brigas infindas. Em que lugar foram enterrados os sorrisos do dia do casamento e as promessas de fidelidade ditas em “até que a morte nos separe”? Em que fase da vida se desvaneceu a certeza de que “ninguém será mais feliz do que nós dois”? Como entender a amargura que tomou conta de um relacionamento que parecia tão feliz?
Nenhum casamento termina “de repente”. Especialistas matrimoniais constatam que, normalmente, o caminho da desintegração tem quatro etapas profundamente interligadas, isto é, cada etapa prepara e, praticamente, condiciona a seguinte.
Na primeira, começam a surgir comentários negativos, um a respeito do outro. Mais do que se queixar do esposo ou da esposa (a queixa refere-se a um comportamento específico), multiplicam-se críticas que são sempre abertas, indeterminadas, gerais: “Você é um chato!”; “Você está cada vez mais insuportável!”. Há aqueles (ou aquelas) que sofrem calados, não aceitam o comportamento do companheiro, mas não verbalizam sua insatisfação. O problema é que vão acumulando raiva em seu coração. Quando resolvem falar, não medem as palavras. As agressões – verbais ou de fato – parecem ser de inimigos mortais. Agora, o importante é humilhar o outro para ficar claro que não há mesmo possibilidade alguma de reconciliação.
Para não se chegar a esse ponto, é preciso cultivar o diálogo. Mais do que escutar o outro, é importante ter a capacidade de colocar-se no lugar dele para ver o problema “do outro lado”. Um casal me confidenciou que, ao se casar, tomaram uma decisão que marcou a vida deles: prometeram um ao outro que jamais dormiriam sem, antes, solucionar os problemas que pudessem ter surgido entre eles durante o dia. “Solucionar”, no caso, significava cultivar o perdão como atitude habitual. O perdão será menos difícil se cada um, em vez de atacar o outro de forma generalizada, chamar à atenção do cônjuge para erros concretos e para comportamentos que precisam ser corrigidos.
Na segunda etapa, cresce o desprezo pelo outro. Desprezar é uma forma de ignorar, de insultar e ferir. O desprezo vem sempre acompanhado da implicância, dos insultos, da ridicularização. O objetivo a alcançar é a destruição do outro. O importante é sair vencedor.
Só se supera essa etapa quando, ao menos um dos dois, aceita não ver o outro como um inimigo, e passa a acreditar que não precisa provar que é o mais forte. “Quando estou fraco, então é que sou forte” (2Cor 12,10), diria o apóstolo Paulo.
Na terceira etapa, quem foi a vítima do desprezo começa a se defender. Impõe-se a ideia de que a melhor defesa é o ataque. Ninguém mais escuta ninguém. Acabou-se a comunicação.
Consegue-se mudar essa situação somente com a disposição de escutar o outro, de prestar atenção nele, demonstrando que ele é importante.
Na quarta etapa, domina o mutismo. Um dos dois passa a ficar em silêncio, talvez até com o desejo de não piorar a situação. Mas não é por aí que se soluciona o problema. É preciso, sim, deixar claro que se está escutando o outro. Ninguém consegue ficar indiferente diante de uma pessoa que lhe dá atenção. Escutar e prestar atenção com um coração pronto a acolher é uma maneira de criar pontes de diálogo e de perdão, pontes de comunhão.
Por fim, o que poderia ter sido escrito no começo: nos meus mais de quarenta anos a serviço da Igreja, atendendo a inúmeros casais, nunca encontrei um casal que rezasse diariamente, que colocasse Deus no centro de suas vidas e que tenha passado por crises matrimoniais insuperáveis. Para dizer isso de forma positiva, lembro a resposta que uma jovem me deu, quando lhe perguntei como estava a sua vida, já que havia se casado dois anos antes: “Meu marido sabe que eu amo a Deus mais do que a ele. Eu sei que meu marido ama a Deus mais do que a mim. A partir daí, tudo fica mais fácil e tudo se resolve sem grandes dificuldades”.

VISITA DA IMAGEM DIOCESANA DA SAGRADA FAMÍLIA NA CASA DA FAMÍLIA DA SR MARILZA

Estivemos presentes na casa da Família da Sr Marilza que brevemente dará a luz a sua Filha Elisa. Foi um momento rico de oração e partilha, onde tivemos a Graça de estarmos juntos mais uma vez!

Sagrada Família de Nazareth, a nossa Família vossa é !!!!!!!


VISITA DA IMAGEM DIOCESANA DA SAGRADA FAMÍLIA E TERÇO DAS FAMÍLIAS NA CASA DA FAMÍLIA DO SR CLÉRIO

Estivemos presentes na casa da Família do Sr Clério, que é membro da Pastoral Familiar, onde levamos a presença da Imagem Diocesana da Sagrada Família, do Terço das Famílias e a Proclamação da Palavra de Deus. Foi um momento rico de oração e partilha. Agradecemos a Deus por estarmos juntos mais uma vez!

Sagrada Família de Nazareth, a nossa Família vossa é !!!!!!


VISITA DA IMAGEM DIOCESANA DA SAGRADA FAMÍLIA NA CASA DA SR ELIANE

Estivemos presentes na casa da Sr Eliane. Foi um momento rico de reflexão e partilha, levando a presença da Sagrada Família, a oração do Terço das Famílias e a Proclamação da Palavra de Deus. Louvamos e agradecemos  a Deus por esse momento !

Sagrada Família de Nazareth, a nossa Família vossa é !!!!


VISITA DA IMAGEM DIOCESANA DA SAGRADA FAMÍLIA E TERÇO DAS FAMÍLIAS NA CASA DA FAMÍLIA DA VANESSA

Estivemos presentes na casa da Família da Vanessa, que agora junto com seu noivo Gabriel são membros da Pastoral Familiar, foi um momento de Graças e Bençãos!Agradecemos a Deus pela oportunidade de estarmos juntos mais uma vez!

Sagrada Família de Nazareth, a nossa Família vossa é !!!!!!